O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun)/SAMU Macro Norte, Silvanei Batista, e a diretora executiva, Kely Cristina, realizaram reunião com os prefeitos e secretários de saúde dos municípios que receberão a ampliação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, na manhã desta terça-feira (31), na sede do Cisrun. O objetivo foi discutir os tramites necessários para expansão das unidades e a importância do papel dos municípios para que o serviço comece a funcionar.

No mês de julho, o SAMU Macro Norte recebeu onze ambulâncias do Governo do Estado para a renovação da frota e para o projeto de ampliação do serviço do SAMU Macro Norte em sua área de atuação. Os municípios contemplados para contar com as Unidades de Suporte Avançado foram Bocaiúva, Manga, Monte Azul, Montes Claros e Salinas e para Unidades de Suporte Básico Mirabela, Jequitaí, Olhos d’Água, Curral de Dentro, Verdelândia e Grão Mogol (distrito de Vale das Cancelas).

“O SAMU passa por um momento de melhorias. Estamos vendo as ambulâncias novas aqui na frente, completando as 36 ambulâncias que conseguimos do ano passado para cá (25 foram doadas pelo Governo de Minas em 2017), substituindo uma frota que tinha um gasto de mais de R$ 100 mil por mês e se transformou em uma economia bastante significativa para a instituição”, conta como os veículos 0 km foram responsáveis por diminuir os gastos com manutenção da frota.

Porém, o presidente do Cisrun, Silvanei Batista, explica que para que os municípios recebam a implantação é necessário que o Governo do Estado inicie o repasse da verba para a ampliação das unidades em cada município. “Nós temos aprovado pelo Governo a ampliação das unidades. A nossa parte está cumprida integralmente. O que tínhamos que fazer para atender os municípios, nós fizemos, agora precisamos da ajuda do Governo Federal e Estadual para iniciar o repasse. Está tudo pronto, basta apenas o repasse!”, comunica.

A diretora executiva, Kely Lacerda, ressalta que o recurso financeiro para a manutenção dos serviços conta com a modalidade tripartite, sendo 40% do Governo Federal, 54% do Governo do Estado e os municípios são responsáveis por 6%. “Para que as unidades sejam habilitadas pelo Ministério da Saúde é necessário que, primeiro, o serviço seja implantado e mostre produção por três meses”.

No fim da reunião, ficou decidido que o os prefeitos dos municípios beneficiados, juntamente com o Cisrun, irão buscar junto aos órgãos competentes a ampliação do repasse através de reuniões com autoridades nas próximas semanas.

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